KSOP RJ: Luiz Torres vê reconhecimento do público e revela se tiltou ou não durante a etapa: “o cara mais legal da mesa”

Com um field qualificadíssimo repleto de craques do poker nacional, o KSOP Rio de Janeiro também recebeu a presença do craque Ramon Kropmanns, do Midas Team. O regular é um dos grandes personagens de 2021 depois de ter conquistado o título do The Venom, do Americas Cardroom, e ter conquistado um prêmio estrondoso de US$ 1.113.300 em fevereiro.

Foi um dos momentos mais especiais da minha vida com certeza. Traz aquela segurança, aquela estabilidade que todo jogador de poker precisa para continuar mantendo a carreira nos trilhos. Não só pra mim, mas para todo o Midas inteiro, time que eu sou sócio, isso é o principal, estabilidade financeira e fazer com que o Midas cresça mais ainda”, disse o craque.

Ramon também falou sobre um ponto bastante interessante, que não é perceptível para a maioria das pessoas: os bastidores de um grande prêmio como esse.

“Claro, não posso falar que um prêmio de sete dígitos não muda a vida, mas a galera dá um tom muito maior do que é de fato. Eu tava num ferro de quase US$ 200K antes de puxar o prêmio e nenhum jogador joga por 100%. Muda a vida, mas a galera que não conhece o nosso meio acaba maximizando esse valor em três ou quatro vez do que de fato ele representa”, explica Ramon.

O título de Ramon foi o segundo hit de sete dígitos do Midas Team. No ano passado, Caio Almeida foi vice-campeão do Millionaire Maker da WSOP e também conseguiu essa glória que apenas oito jogadores do país conseguiram no online. Esses resultados ajudaram bastante na divulgação do Midas.

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“A galera começa a conhecer mais o time. Mas todo mundo sabe que o poker existe o fator variância. A gente se preparou muito durante 10 anos que é o tempo de existência do Midas e quando o momento apareceu tava todo mundo preparado, tanto o Caio como eu a gente fez as coisas certas e acabou que bateu as nossas”.

“Eu gosto muito de jogar, mas tenho muita responsabilidade no time, eu tenho que dar aula, eu gerencio a parte de marketing do time. Então tenho outras tarefas além do grind. Tentei manter o meu nível ao máximo, eu acabei subindo um pouco meu ABI, acabei batendo um pouco no muro. Acho que é normal, todo jogador que ganha vai querer subir um pouco o ABI.

Ramon também falou sobre o reconhecimento nas mesas, inclusive com a própria galera do Midas Team que está presente no Rio de Janeiro para o KSOP.

“No KSOP foi engraçado, várias pessoas me cumprimentaram, acaba que eu não reconheço, até do próprio Midas, hoje a gente tem quase 150 jogadores, fica difícil conhecer todo mundo. Eu não faço essa parte de administração de conhecer todos os jogadores. E até os outros regulares também, caras que encontra todos os dias na mesa, é gostoso”. E ele pretende continuar aparecendo nos feltros ao vivo.

“Sempre que tiver uma oportunidade de um torneio grande com certeza eu vou vir. Não pelo EV, porque o EV do online vai ser maior, mas toda essa experiência, esse networking… são sete dias que você fica só chateado quando cai do torneio, as outras 23 horas do dia é risada, conversa, resenha, vale muito a pena toda essa experiência sim, com certeza”, conclui.

Confira a entrevista completa com Ramon Kropmanns:

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Confira o episódio #22 do Depois do River:

Author: admin

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