Quarteto brasileiro avança para o Dia 2 do Evento #33 da WSOP

Phil Hellmuth foi o centro total das atenções na última semana de uma maneira negativa pelo seu comportamento em uma mesa final. Nesta semana que se inicia a imagem da maior lenda da história da WSOP será bem diferente. O craque conseguiu a façanha de alcançar mais uma mesa final e dessa vez o bracelete não escapou. Ele foi o grande campeão do Evento #31.

Hellmuth mostrou mais uma vez toda a sua qualidade nos Mixed Games e derrotou o field do US$ 1.500 No-Limit 2-7 Lowball Draw. O torneio contou com 232 inscrições e o “Poker Brat” foi só alegrias com o prêmio de US$ 84.951. Para ele, mais importante do que isso, foi a conquista do bracelete. Hellmuth conquistou a joia pela incrível 16ª vez.

“Eu queria um bracelete de 2-7 desde os anos 80 porque era o bracelete mais legal de ganhar. Era o único torneio que Chip (Reese), Doyle (Brunson) e todos os grandes nomes apareciam para jogar”, disse o campeão. “Eu estava lutando demais por esse bracelete há muito tempo e meu jogo foi ficando cada vez melhor. Eu trabalhei muito nele e conheço todos esses truques porque estou jogando desde os anos 80. É uma sensação muito boa”.

A hegemonia do craque aumentou para uma diferença de seis pulseiras para Phil Ivey, Doyle Brunson e Johnny Chan, todos com 10 conquistas. O início de Hellmuth na série em 2021 é magistral e permite o craque sonhar com ainda mais. Essa foi a quarta mesa final dele e o quinto ITM garantido. As outras FTs terminaram em quarto, quinto e sexto lugares.

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Hellmuth também se comportou melhor nessa FT. “Hoje eu falei para mim mesmo ‘sem palavrões e sem ameaças’. Eu xinguei um pouquinho e tenho certeza que as câmeras pegaram, mas eu estava bem mais tranquilo, provavelmente porque eu fui longe demais no outro dia”.

A mesa final foi formada com oito jogadores e Phil estava praticamente empatado com Dario Sammartino na liderança. O italiano era o único não-americano da FT, que contou com vencedores da série como Chris Vitch, Rep Porter e Kevin Gerhart. O heads-up foi contra o também craque Jake Schwartz. Concorrência para ninguém colocar defeito.

O último bracelete de Hellmuth havia acontecido em 2018, três anos atrás, mas na prática apenas uma temporada (2019) passando em branco. O 16º bracelete veio em um all in pré-flop. Phil já tinha grande vantagem e descartou duas cartas, Schwartz descartou uma. O “Poker Brat” tinha 982 e o rival T432.

Eles decidiram que as cartas de Hellmuth seriam entregues primeiro e ao receber um 5 e um 7, Jake ficou drawing dead e a festa da lenda começou. Sem alcance, Schwartz pegou um 4. O 2-7 vence o menor jogo com as cinco cartas. “Há muita habilidade nesses torneios. É mais difícil vencer nos mixed games. Se eu consigo ganhar quatro ou cinco braceletes de mixed games, eu acho que fala muito sobre o meu legado. Acho que estou jogando vários jogos no mais alto nível atualmente”, terminou a lenda.

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